Final
Estou farta de sinceridades. E de de amores platônicos. Recebi uma carta. Me disseram que a felicidade vem do céu. Deus, faça chover. Estarei lá. Bailarina de chumbo. Pintada à mão. Distraída, psicopata. Suicida de conto de fada. Depois eu me disfarço. Passo pela esquina e compro a sorte. Uso de aleatório. Da vontade que for. De cara com a lua. - Lua, lua, que fazes aqui? No meio do caminho de uma estrela perdida? Clarividência. Moleton e girassóis. Duas horas e mais alguns minutos. E morro, afinal.-
Meu, só Meu
eu quero você
quero minha cama
e quero nós dois num edredon
eu quero uma xícara de chá
quero suas palavras
quero que me faça suspirar
eu quero, meu amor, que me diga como está
quero que fale de tudo
quero me sentir bem
e quero te querer mais um pouco
eu quero suas ideias
quero seu ponto de vista
e quero que invente histórias comigo
eu quero saber sua cor predileta
eu quero te fazer bem
quero ser sua
quero que sejas meu
quero uma ilha deserta
e quero mais um beijo
eu quero uma vida de verdade
quero sua vontade
eu quero nosso desejo
quero a nuvem que você sonhou
quero sua música
quero sempre querer
quero querer mais ainda
e você? me quer?
quero minha cama
e quero nós dois num edredon
eu quero uma xícara de chá
quero suas palavras
quero que me faça suspirar
eu quero, meu amor, que me diga como está
quero que fale de tudo
quero me sentir bem
e quero te querer mais um pouco
eu quero suas ideias
quero seu ponto de vista
e quero que invente histórias comigo
eu quero saber sua cor predileta
eu quero te fazer bem
quero ser sua
quero que sejas meu
quero uma ilha deserta
e quero mais um beijo
eu quero uma vida de verdade
quero sua vontade
eu quero nosso desejo
quero a nuvem que você sonhou
quero sua música
quero sempre querer
quero querer mais ainda
e você? me quer?
Livremente, amor.
Ela sentou.
O vento jogava o cabelo em qualquer direção.
O vestido colava no corpo.
Ele a olhava de longe.
E sorria.
Ela olhava o céu limpo.
Sonhava alcançá-lo.
Ele continuava olhando.
Não sabia o que falar.
E queria falar.
Falar com ela sobre o que guardava no peito.
E guardava tanta coisa.
Era felicidade.
De verdade.
E do amor apaixonado.
Ele só queria fala com ela.
E da confusão que nele existia.
E sentia.
Ela talvez não entendesse.
Ela.
Na tranquilidade do vento sagaz.
Desenhava o contentamento de ser livre.
E num desencontro acobertado.
Ela voou ligeira.
E bem te vi passar.
Ao meu lado eu guardo teu canto.
E ele avistando sua poesia.
Cada vez mais longe.
O vento jogava o cabelo em qualquer direção.
O vestido colava no corpo.
Ele a olhava de longe.
E sorria.
Ela olhava o céu limpo.
Sonhava alcançá-lo.
Ele continuava olhando.
Não sabia o que falar.
E queria falar.
Falar com ela sobre o que guardava no peito.
E guardava tanta coisa.
Era felicidade.
De verdade.
E do amor apaixonado.
Ele só queria fala com ela.
E da confusão que nele existia.
E sentia.
Ela talvez não entendesse.
Ela.
Na tranquilidade do vento sagaz.
Desenhava o contentamento de ser livre.
E num desencontro acobertado.
Ela voou ligeira.
E bem te vi passar.
Ao meu lado eu guardo teu canto.
E ele avistando sua poesia.
Cada vez mais longe.
eu em você
Me esconde no teu abraço
Quero ser teu pecado
Talvez
Na esquina da tua casa
Causar inveja e pertubação
Minha alma quer rimar com a tua
Em melodia compassada
Desenrolada
Vou confundir minha perna na tua perna
Me envolver no teu corpo
Somos só nós dois
Um só
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