Ela acreditou na inocência da melodia.
Costurou uma ideia noutra.
Apagou o giz de um rascunho.
E disse que queria viver de sonhos.
E lá se foi a garota.
Caminhando pela rua deserta da imaginação de uma outra pessoa.
Queria ser borboleta.
Borboleta pura e de alma colorida.
No fim, ela se perdeu.
Dizem que agora ela está feliz.
E o que se sabe é que nada se sabe.
Ninguém jamais encontrou sonho igual.

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